Piores Livros do Ano












Trecho de resenha: Passa longe de ser o melhor livro de Mara Dyer, mas a escrita da autora continua maravilhosa. E estou curiosa pra caramba para saber o que ela fez com o livro de Noah. Simbora para o inverso de desconstruir! Link












Trecho de resenha: Então entendam o seguinte, o livro começa lento... lento... lento, e então um BUM, e depois mais vários BUNS estranhos. Essa desordem de ritmo pode ter sido uma certa maestria do autor, mas para mim pareceu mais uma confusão de sentimentos e pensamentos relativos ao livro. Acabei pensando em algo como... " Que merda!". E sim, mesmo que tenha enxergado que ele é um bom escritor e sabe construir tensão maravilhosamente bem, a história é fraca, sem nexo e não me pegou. Personagens bons, enredo bléh! Link










Trecho de resenha: Sinceramente eu nem sei por onde começar a dizer o que não gostei nessa história. Acho que posso começar pela amizade instantânea das seis pessoas. Em A Sina dos Sete temos essa mesma estrutura de pessoas se unindo, mas pelo menos três delas já eram melhores amigas desde criança e outras duas também. Então ficava mais fácil entender o funcionamento da amizade, e até bonito enxergar como eles cuidavam um do outro por ter esse vinculo antigo e reforçado. Já em Estrelas da Sorte a galera se conhece do nada e no outro dia já são melhores amigos e amantes desditosos. E o mais engraçado é que quando surge o sexto membro do grupo, tipo um dia depois, uma das personagens diz que não confia nele porque não o conhece. Tipo, oi? Amiga você não conhece ninguém ali! Link








Trecho de resenha: Esperava um final com um belo plot twist, que não apareceu. Tem lá uma certa revelação que pode ser que pegue um ou outro leitor, mas nada daquilo me surpreendeu. Só revelou que o título do livro fazia muito mais sentido do que se esperava dele. E sinceramente? Não sei se por ter lido um livro da autora, mas já estava preparada para algo assim. Link














Trecho de resenha: Ao final do livro, não sabia se queria jogar na parede ou bater na autora. Ela joga milhões de situações, resolve da forma mais tosca possível, não sabendo bem se queria mesclar o sobrenatural com o realismo, e se perdendo toda no meio do caminho, e ainda deixa algumas pontas que me fizeram pensar se a ideia dela era escrever uma continuação para isso. O que talvez eu fosse ler, mesmo que tenha achado o negócio bem chatinho. Afinal, sou uma apaixonada por romances com essa pegada sobrenatural com espíritos e tals. Link









Trecho de resenha: Na verdade eu acho que esse livro é cheio de momentos inúteis que poderiam passar facilmente pela vida das pessoas como um simples dia qualquer, mas que a autora deu uma importância que beirou a infantilidade. Isso me fez revirar os olhos muitas vezes durante a leitura, porque sei do talento da Lucinda e sei do que é capaz de fazer com dramas familiares, mas certas coisas foram perdidas nesse. Como se tivesse jogado um turbilhão de situações e não finalizado exatamente muitas delas. Link










Trecho de resenha: Ela até tenta parecer a rebelde que vai tomar o trono de volta, mas sabe quando a gente sente que foi rápido demais e sem qualquer base que justifique tamanha mudança, que acontece da noite para o dia? Não funcionou, amiga! Sinto muito, ok? Sua protagonista é rasa, sem carisma algum e ninguém compra a causa dela, nem ela mesma. 
Os coadjuvantes que poderiam salvar o livro são tão ruins quanto ela. Do príncipe, que deveria ser o affair da menina, até os amigos que ela ganha da noite para o dia, sem explicação alguma. São representativamente fracos e em estrutura também. Passava de boa sem metade deles, e outra metade razoável se perde no meio do resto. Link





Trecho de resenha: Sério, o que merda as pessoas viram tanto nesse livro, heim? 72 avaliações na Amazon e estou ate agora sem entender como diabos foi possível com um livro tão fraquinho. Possivelmente foi o peso do nome da autora. Mas vou te contar, os dois de cima tem muito mais estrutura e emoção e são de autoras bem menos antigas e conhecidas no mercado. 
A linguagem desse livro é péssima! E não é por ele ser de época, leio muitos livros de época, mas porque é ruim mesmo. As vezes ficava me perguntando se teve alguma revisão paga nesse material, porque se teve foi o revisor errado. Para revisar um livro de época o ideal é que o revisor tenha uma base no assunto. Não sei se esse teve. A gente sabe que a construção das falas dos personagens muda de acordo com a época narrada, mas não a fala do narrador. Ficou extremamente forçado e horrível. Link







Trecho de resenha: Então enquanto trama, achei fraco. Nada do que ele apresenta como trama principal é de fato a trama principal, e as resoluções são fracas em muitos sentidos quanto a proposta que o livro nos dá. Na verdade, não existe uma trama. Existe uma personagem com problemas, e que por acaso se envolveu nessa história, que se desenvolve ao redor dela, mesmo que Aza não costure as teias. Entende onde quero chegar? Não esperem uma Holmes (ótima referência a Sherlock), porque não é exatamente isso. É apenas sobre Aza, e como ela lida com as coisas no seu mundo complicado. E não posso dizer que o autor trabalha os problemas de Aza de maneira bem explicada e inteira, como de fato o problema pede, mas mostra um pedaço do que é, e como muitos jovens podem se identificar na menina e perceber que eles também tem problemas. Link







Trecho de resenha: Sabe o que autora faz? Simplesmente pega um livro que deveria ser inteiro guiado por essa mulher, ou outras mulheres, e entrega o ponto chave da ruptura da revolução nas mãos de um homem. Sério? Tipo, sério isso? Fica parecendo que tudo só foi possível porque um cara fez, e que as mulheres não poderiam fazer aquilo mudar. Fiquei deveras muito puta com esse final. Link








E ai, quais foram as piores leituras de vocês?
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Estrelas da Sorte e porque Nora Roberts só sabe fazer a mesma coisa

Título: Estrelas da Sorte
Autor: Nora Roberts
Editora: Arqueiro (Cedido em Parceria)
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Sinopse: Sasha Riggs é uma artista assombrada por sonhos que transforma em pinturas maravilhosas, cenas que preveem o futuro. Ela nunca conseguiu assumir seu dom, mas desta vez não consegue ignorar as visões que a atormentam e viaja para a ilha grega de Corfu.É lá que encontra as pessoas com quem sonha: um mágico, um arqueólogo, um viajante, um lutador, um solitário. Elas também foram atraídas por uma força inexplicável. Dotadas de habilidades extraordinárias, cada uma terá um papel fundamental na aventura que as espera: encontrar as míticas Estrelas da Sorte, que caíram do céu, pondo em risco o destino de todos os mundos.
Sasha é quem os mantém unidos e vê no mágico, Bran Killian, um homem de imensa compaixão. Ela tem dificuldade para lidar com sua vidência, mas Bran está lá para apoiá-la. Porém, os dois não devem desviar sua atenção da missão, pois uma ameaça sombria procura corromper tudo que está no caminho para alcançar as estrelas.

Que livro chato!

Olha, eu li algumas coisas ruins esse ano, mas acho que nada se comparou a Estrelas da Sorte. E nem estava esperando nada dele, heim! Conseguiu se superar e ser realmente ruim. Ainda estou em dúvida se continuo essa série, porque não gosto de abandonar, mas pelo o que ouvi dizer dos outros livros, acho que vou é jogar na fogueira. 

Em Estrelas da Sorte vemos a mesma estrutura de texto que em outras séries da autora, como em A Sina dos Sete, que pessoalmente adoro, e Primos O'Dwyer, que não consegui passar nem do primeiro justamente por ter achado fraco. Sim, Nora Roberts costuma ter estruturas fixas para os livros dela, e não que de modo geral isso tenha que ser ruim, só torna a trama rasa e previsível. 

Nessa série dos Guardiões vemos seis pessoas desconhecidas entre si que se unem para procurar umas estrelas que algumas deusas esconderam séculos atrás, e lutando para afastar uma deusa do mal, que quer as estrelas para destruir o mundo e blá blá blá. Aquele clichê em histórias desse tipo. Não tenho problemas nenhum com ideias clichês, mas quando elas são mal desenvolvidas me dão nos nervos, como foi o caso desse livro. 

Sinceramente eu nem sei por onde começar a dizer o que não gostei nessa história. Acho que posso começar pela amizade instantânea das seis pessoas. Em A Sina dos Sete temos essa mesma estrutura de pessoas se unindo, mas pelo menos três delas já eram melhores amigas desde criança e outras duas também. Então ficava mais fácil entender o funcionamento da amizade, e até bonito enxergar como eles cuidavam um do outro por ter esse vinculo antigo e reforçado. Já em Estrelas da Sorte a galera se conhece do nada e no outro dia já são melhores amigos e amantes desditosos. E o mais engraçado é que quando surge o sexto membro do grupo, tipo um dia depois, uma das personagens diz que não confia nele porque não o conhece. Tipo, oi? Amiga você não conhece ninguém ali! 

Outra coisa é o excesso de cenas com comida que a autora insere. Deles resolvendo situações comendo. Deles comendo simplesmente por comer. Deles em discussões calorosas e comendo. Sério? Ela poderia ter usado essas páginas de planejamento da comida, compras de comida e comilança em coisas mais úteis, como fortalecer a amizade das pessoas de modo natural, como amadurecer o amor maluco de Sasha e Bran, que surge do nada e vai para lugar nenhum. 

Eu gosto dos personagens individualmente. O jeito protetor de Bran, a arte de Sasha, a boca suja de Riley, o mistério de Doyle, as armas faroeste de Sawyer e a ingenuidade de Annika, mas nem eles (e seus dons) foram capazes de salvar esse livro. Costumo ler esse tipo de história em horas e demorei dias para acabar, de tão besta que achava as frases de efeito típicas de filme de sessão da tarde e as demonstrações de afeto sem sentido. 

Poderia dizer que o cenário salva o livro, mas nem isso é possível porque a autora não soube desenvolver o espaço ao redor dos personagens. Corfu é uma ilha linda na Grécia, e ela estava tão preocupada com eles passarem fome que não chegou a pensar em explorar isso. Tenha dó, Nora! 

Enfim, os personagens foram mal explorados, os relacionamentos não tem nexo, o cenário pouco detalhado e os embates com as forças do mal são patéticos. Querendo de volta as horas que doei da minha vida para ler esse livro. 


Veja também: Outros livros da Nora Roberts (E esses eu adoro)

Aquele trecho de livro que arrasa o coração do leitor/escritor



Será que eu me identifiquei com esse trecho do livro A Velocidade da Luz, do Javier Cercas? 
Que livro, minha gente! Um verdadeiro primor! 


"- Aí é que você se engana - disse Rodney. - Todo mundo olha para a realidade, mas poucas pessoas a veem. Artista não é quem torna visível o invisível (isso sim que é romantismo, embora não da pior espécie); artista é quem torna visível o que já é visível e que todo mundo olha, mas ninguém pode, ou ninguém sabe, ou ninguém quer ver. De modo geral, ninguém quer ver, mesmo. São coisas bem desagradáveis, muitas vezes horrendas, que é preciso ter muito colhão para ver e não fechar os olhos ou sair correndo, porque quem as vê se dana ou enlouquece. A menos, claro, que você tenha um escudo de proteção ou possa fazer algo com tudo aquilo que vê. - Rodney fez uma pausa e continuou: - Quero dizer que as pessoas normais gostam ou desgostam da realidade, mas não podem fazer nada com ela, ao passo que o escritor pode, sim, porque sua profissão consiste em dotar a realidade de sentido, mesmo que esse sentido seja ilusório; ou seja, ele pode dotá-la de beleza, e essa beleza ou esse sentido são seu escudo. Por isso eu digo que o escritor é um maluco que tem obrigação ou o duvidoso privilégio de ver a realidade, e por isso, quando um escritor para de escrever, acaba se matando, porque não consegue se livrar do vício de ver a realidade, mas já não tem aquele escudo para se proteger dela. Foi por isso que Hemingway se matou. E é por isso que, quando você é escritor, não consegue mais deixar de ser, ou só se partir para o tudo ou nada. É como eu disse: uma profissão muito filha da puta."



Noivos do inverno e um mundo incrível com uma trama rasa

Título: Os Noivos do Inverno
Autor: Christelle Dabos

Editora: Morro Branco
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Sinopse: Honesta e cabeça-dura, Ophélie não se importa com as aparências. Mas, por baixo de seus óculos de aros largos e cachecol desgastado, a garota esconde poderes únicos: ela pode ler o passado dos objetos e atravessar espelhos. A vida tranquila que leva em Anima se transforma quando Ophélie é prometida em casamento à Thorn, herdeiro de um distante e poderoso clã. Agora, ela terá que deixar para trás tudo o que conhece e seguir seu noivo até Cidade Celeste, a capital flutuante de uma gelada arca conhecida como Polo. Ali, o perigo espreita em cada esquina, e não se pode confiar em ninguém. Sem se dar conta, Ophélie torna-se um peão em um jogo político mortal, capaz de mudar tudo para sempre.

Existe toda uma magia em se ler Os Noivos do Inverno, e isso é um super ponto positivo nesse livro. Provavelmente o que o salva. Minha experiência num todo com ele não foi das melhores. Demorei para ler algo que sei que leria muito mais rápido se a trama fosse fluida, mas não aconteceu de funcionar com essa fluidez para mim. 

Esse é um daqueles livros difíceis de explicar o contexto geral de mundo. Importante dizer que Ophelie mora em um lugar muito mais aceitável e feliz do que o lugar onde ela vai parar ao ser prometida a Thorn. Enquanto no dela as famílias parecem aquela grande bagunça doida no estilo Casamento Grego, no dele é algo mirrado, frio e mais parecido com a carnificina de Guerra dos Tronos. Não preciso nem dizer que amei Polo, a cidade de Thorn, ainda que o próprio tenha sido completamente sem graça o livro inteiro. 

O mundo criado pela autora tem muito mais carisma do que seus protagonistas, a quem eu era completamente alheia durante toda a leitura. Mesmo Ophelie, que tinha tudo para ser grandiosa, tornou-se apática de um jeito que me dava nos nervos. Se metade das coisas que aconteceram a ela tivessem acontecido comigo, eu já teria soltado fogo pelo nariz. E sendo a protagonista que a autora vendeu no começo da história, achei que ela fosse fazer o mesmo, mas não. Aceitava de tudo, seguia as ordens que pessoas não deveriam ter que dar a ela davam e se calava quando deveria gritar. E daí quando algo grande acontecia na história com Ophelie, para mim não fazia diferença alguma porque não crie empatia por ela, por Thorn, pela tia dele ou mais os outros bizarros personagens que me davam um sono sem fim, de tão chatos. Pior do que odiar um personagem, é não sentir nada por ele, e foi exatamente isso o que me fez diminuir notas desse livro. 

Talvez se a galera tivesse me conquistado mais, eu teria me envolvido mais com a trama. Mas ela veio, foi, veio, e não fez diferença alguma na minha vida. O nome da série e o poder de Ophelie fica sendo só isso, porque ela não parece saber usar o poder que tem nas mãos de uma forma útil. Isso era irritante. 

Mas dou todos os pontos para a construção de universo de Noivos do Inverno. Desde a parte física das cidades, incluindo a incrível Cidade Celeste, até os poderes das pessoas e como elas usam isso a seu favor. Não falo só dos grandes poderes, tipo manipular mentes, mas as coisas pequenas que são cativantes, como sentir o passado de objetos simples, como um mapa, por exemplo. Foi ai que a autora me conquistou, e não há como negar como foi incrível entrar nessa história ou a curiosidade que estou pelo o que mais ela pode colocar nela nesse contexto. Se quero saber o que vai acontecer com os personagens? Não muito, mas quero saber sobre os poderes, e objetos incríveis que ela pode criar. Por mais cachecóis como o de Ophelie! 

Enfim, foi um livro pelo qual esperei mais, mas que não foi completamente decepcionante, em um contexto geral. 


Veja também: Fantasias com mundo incríveis

Aplicativo para leitores


Hello, people!

Como eu sou uma pessoa do bem que sempre traz dicas legais para vocês, hoje eu vim falar sobre o Book Buddy, que é um aplicativo que descobri há pouco, enquanto pensava em voltar a fazer a catalogação dos meus livros mais recentes, que ainda são intrusos na estante.

Nem preciso vir aqui para falar sobre a importância da catalogação dos livros, caso tenha uma biblioteca maior. Cinquenta livros são fáceis de cuidar, mas um leitor quase nunca fica com a mesma quantidade de livros, e esses cinquenta viram quinhentos rapidinho. Daí a importância de ter um registro de tudo o que tem, de tudo o que leu, e do que emprestou, se for o seu caso.

Sempre fiz catalogação em um caderno, mas vamos combinar que isso é muito retrô e trabalhoso. Então passei a fazer em uma planilha do excel, e digo por experiência que é um dos melhores modos de catalogar hoje em dia. Vocês podem até fazer na planilha do Google Drive, por uma questão de segurança, e para carregar a biblioteca sempre com vocês. Então ainda que eu esteja apresentando agora um modo diferente de fazer, afirmo que o Excel é a melhor opção, dentre as acessíveis para o leitor comum.

As bibliotecas costumam ter programas incríveis para catalogar, alguns deles até disponíveis para compra por pessoas físicas, mas sendo bem sincera não vejo utilidade em pagar por algo que você pode fazer usando uma planilha simples. Vamos cuidar do bolso, galera!

E como hoje em dia existe aplicativo para quase tudo, a catalogação não poderia ficar de fora. No Android sei que tem vários, mas para IOS só consegui achar esse que fosse funcional para as minhas necessidades. Não sei dizer se existe dele para Android, mas aposto que podem achar similares. Também não tenho como garantir que eles não vão cobrar depois de uma certa quantidade de livros catalogados (nesse app que achei ele cobra 18,90 depois de 50 livros cadastrados). 

Abaixo segue um vídeo simples mostrando um pouco da interface do aplicativo. Não gravei com áudio, mas dá para entender tranquilo como ele funciona. E se ainda ficarem com dúvidas, me procura no Instagram que esclareço. 





Veja também: 





Um Acordo Pecaminoso e porque certas mocinhas superam as expectativas

Título: Um Acordo Pecaminoso
Autor: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro (Cedido em Parceria)
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Sinopse: Lady Pandora Ravenel é muito diferente das debutantes de sua idade. Enquanto a maioria delas não perde uma festa da temporada londrina e sonha encontrar um marido, Pandora prefere ficar em casa idealizando jogos de tabuleiro e planejando se tornar uma mulher independente.Mas certa noite, num baile deslumbrante, ela é flagrada numa situação muito comprometedora com um malicioso e lindo estranho.
Gabriel, o lorde St. Vincent, passou anos conseguindo evitar o casamento, até ser conquistado por uma garota rebelde que não quer nada com ele. Só que ele acha Pandora irresistível e fará o que for preciso para possuí-la.
Para alcançar seus objetivos, os dois fazem um acordo curioso, e entram em uma batalha de vontades divertida e sensual, como só Lisa Kleypas é capaz de criar.

Eu tenho um xodozinho todo especial por essa série. As histórias não seguem um padrão, e quando falo em padrão não estou dizendo um padrão de romance de época em específico, mas um padrão em relação ao livro anterior. Talvez o primeiro tenha o estilo de romance de época ao qual estou acostumada, ainda que fuja um pouco porque a protagonista é viúva. No segundo vemos uma mocinha que foi atrás do homem, o qual não é nobre, mas podre de rico por ter uma loja de departamentos importante. E o terceiro tem a mocinha diferente e com as melhores falas. Pandora tem não só o nome incomum, ela é um tipo de projetista de jogos de tabuleiro, o que por si só já é incrível.

A história do casal começa de um jeito até normal para romances de época. Pandora é pega junto com Gabriel no escuro, durante um baile na corte. E o coitado só estava tentando desenganchar a menina que tinha ficado presa em uma cadeira de ferro no jardim. Só que, de acordo com os costumes daquela época, isso já era suficiente para comprometer Pandora, o que o forçava a se casar com ela.

Filho de Sebastian e Evie, os mesmos protagonistas de Pecados do Inverno (adoro Crossover!), Gabriel não quer se casar. Pelo menos não queria, isso até conhecer a língua ferina de Pandora e o jeito como o cérebro dela funciona. E realmente devo concordar com ele que é divino ver como ela faz ligações e chega a algumas conclusões. Pensamento de estrategista mesmo.

O romance começa lento, por causa da relutância dela em aceitá-lo e aceitar uma vida como uma futura mulher casada. E olhando agora, depois de alguns dias de livro lido, a máxima do livro não é o romance deles, ainda que o romance seja sempre o principal nesse tipo de história. Mas é como a cabeça de Pandora é incrível, como ela tem defeitos de verdade e como Gabriel a ajuda a conviver com eles. E isso só na primeira parte do livro.

A segunda parte da história, depois deles casados - e isso não é spoiler porque estamos falando de romance de época - entra uma parte um pouco mais fantasiosa e criminal no livro, o que me pegou de surpresa. Acredito que isso tenha sido para servir de deixa para o casal do livro seguinte, que o cara é detetive e aparece nesse ajudando Pandora e Gabriel em uma missão. Confesso que essa parte não me incomodou, pelo contrário, rezo por mais romances de época nesse estilo. Ainda assim, como comentei diversas vezes aqui, é preciso saber trabalhar quando se tem tantas estradas em uma mesma história para que elas não fiquem em aberto, e infelizmente alguns questões ficaram aqui.

Por exemplo, Pandora é uma excelente estrategista, por isso cria jogos de tabuleiro, mas não vejo essa noção de estratégia dela funcionar ativamente no livro. Nem criando os jogos, nem em ação. Fica só mais uma mocinha indo de um lado para o outro e por vezes servindo de pena para o leitor, e nesse angulo a autora tirou o foco principal da protagonista, que é esse empoderamento de pensamento que eu tanto amei. Na primeira metade ela é uma coisa, quando passa para a segunda aquela garota feroz e habilidosa some para dar espaço para uma dama horrivelmente entediante. Acredito que Lisa tinha muito potencial em Pandora e o deixou se perder.

Ainda assim, é um bom livro. Pandora é a cereja do bolo dele, mesmo que quando ela se case assume uma postura demasiadamente lenta.


Melhores filmes de natal



Hello, people!
Eu sou a doida dos filmes de natal! Completamente apaixonada por todos eles desde que era pequeninha e ficava grudada no controle da TV enquanto as pessoas confraternizavam ao meu lado.  E por sempre achar uma festa nostálgica na minha família, minhas opções de filmes costumam ser as mais leves e divertidas possíveis, com uma ou outra exceção que inseri aqui porque de fato são filmes super lindos.
Segue abaixo minha lista.



Título: Esqueceram de mim 1 e 2



Sinopse: Uma família de Chicago planeja passar o Natal em Paris. Porém, em meio às confusões da viagem, um dos filhos, Kevin (Macaulay Culkin), acaba esquecido em casa. O garoto de apenas oito anos é obrigado a se virar sozinho e defender a casa de dois insistentes ladrões.








Coloquei a capa do segundo, mas amo ambos Esqueceram de Mim. Talvez um pouco mais o segundo por se passar em uma cidade que tenho verdadeiro fascínio e morro de vontade de conhecer. Lembro que me acabava de rir quando era menina. Era minha comédia predileta. Infelizmente não encontrei em nenhum dos serviços de streaming que possuo. 




Título: Expresso Polar




Sinopse: É véspera de Natal e um garoto (Tom Hanks) está acordado. Sem acreditar mais em Papai Noel, ele espera por algo que faça com que sua crença na figura natalina retorne. De repente ele ouve um grande barulho, indo para fora de sua casa. O garoto então vê à sua frente um gigantesco trem negro com destino ao Pólo Norte, cujo condutor (Tom Hanks) o convida para embarcar. Após certa relutância, ele decide seguir viagem.




Vim conhecer esse filme depois de velha, até porque ele não é tão antigo assim. Na época sentei para ver com meu irmão, e enquanto ele destruía um boneco de plástico, sem ligar muito para ele, eu fiquei anestesiada. É uma animação feita com movimentos reais dos atores, e tem uma história super fofinha. Depois meu irmão acabou se apaixonando também. Outro que não consigo achar em nenhum dos streaming que tenho. 





Título: O Estranho Mundo de Jack



Sinopse: Jack Skellington (Chris Sarandon) é um ser fantástico que vive na Cidade do Halloween, um local cercado por criaturas fantásticas. Lá todos passam o ano organizando o Halloween do ano seguinte mas, após mais um Halloween, Jack se mostra cansado de fazer aquilo todos os anos. Assim ele deixa os limites da Cidade do Halloween e vagueia pela floresta. Por acaso acha alguns portais, sendo que cada um leva até um tipo festividade. Jack acaba atravessando o portal do Natal, onde vê demonstrações do espírito natalino. Ao retornar para a Cidade do Halloween, sem ter compreendido o que viu, ele começa a convencer os cidadãos a sequestrarem o Papai Noel (Edward Ivory) e fazerem seu próprio Natal. Apesar de argumentos fortes de sua leal namorada Sally (Catherine O'Hara) contra o projeto, o Papai Noel é capturado. Mas os fatos mostrarão que Sally estava totalmente certa.


Esse filme é simplesmente a coisa MAIS LINDA que já vi quando se trata de natal. É dark, é depressivo para algumas pessoas, e minha mãe me acha louca por gostar desse filme cheio de bonecos feios (eu acho o Jack e a Sally lindos). E Tim Burton sabe fazer os filmes que visualmente me encantam. Vocês acham na Netflix. 




Título: A Felicidade não se compra




Sinopse: Em Bedford Falls, no Natal, George Bailey (James Stewart), que sempre ajudou a todos, pensa em se suicidar saltando de uma ponte, em razão das maquinações de Henry Potter (Lionel Barrymore), o homem mais rico da região. Mas tantas pessoas oram por ele que Clarence (Henry Travers), um anjo que espera há 220 anos para ganhar asas é mandado à Terra para tentar fazer George mudar de idéia, demonstrando sua importância através de flashbacks.








Esse é um dos filmes de chorar que raramente assisto porque me acabo. Antigo, com uma película em preto e branco, coisa que desagrada muita gente, mas eu pessoalmente acho a coisa mais perfeita de linda. A história do filme deu a ideia de muitos filmes de natais atuais. Ele é realmente lindo. Esse tem disponível na Netflix. 




Título: Milagre na rua 34



Sinopse: A mãe de Susan, seis anos, contou a ela vários anos atrás sobre o Papai Noel, mas Susan duvida que ele realmente exista. Em uma loja de departamentos, Susan (Mara Wilson) encontra o Papai Noel e fica realmente convencida que ele é real, dando a ela algo em que acreditar, que os sonhos se tornam reais quando você realmente acredita.







Outro desses filmes de emocionar. Só vejo nessa época do ano porque mexe demais com meu coração para ser visto com frequência. Mas é lindo em muitos aspectos, e tem criança, coisa que eu acho a cara do natal porque eles acreditam em coisas que os adultos não acreditam. Natal está na lista. 






Título: Enquanto você dormia


Sinopse: Uma solitária funcionária (Sandra Bullock) do metrô de Chicago tem fantasias sobre um passageiro habitual (Peter Gallagher) que nunca falou com ela. Um dia ele é assaltado e jogado nos trilhos do metrô. Ela o salva, mas ele fica em coma e quando ela vai visitá-lo no hospital acaba sendo confundida como a noiva da vítima. Se a situação se complica por um lado por outro ela passa a ter novamente uma família para cuidar dela, algo que não sentia há muito tempo, e ao mesmo tempo começa a se apaixonar pelo irmão da vítima (Bill Pullman).



Se vocês me perguntarem e me derem cinco segundos para responder qual o filme que mais me lembra natal, eu vou responder Enquanto você dormia. Que apesar de ser um romance, se passa no natal e carrega muito desse conceito de família para a protagonista. Adoro o clima natalino dessa história! Adoro esse filme como um todo. E o melhor... ele tem no Netflix. 


Veja também: Top 10 filmes românticos




Título: Um homem de Família


Sinopse: Jack Campbell (Nicolas Cage) um investidor entediado com sua longa vida de solteiro. Um belo dia, ele acorda e começa a imaginar como teria sido sua vida se tivesse se casado com Kate (Téa Leoni), sua namorada nos tempos de colégio. Até que, repentinamente, Jack acorda e se vê um feliz marido, casado com Kate, pai de duas crianças e levando uma tranquila vida no subúrbio.







Tem uma estrutura semelhante ao A Felicidade não se compra, só que de um jeito reverso. É um filme belíssimo e tem o Nicholas Cage, que para mim já tem cara de chorão, o que torna o filme mais emocionante ainda. Haha! Esse não encontrei em nenhum serviço de streaming. 




Título: Um Herói de Brinquedo


Sinopse: Um homem de negócios (Arnold Schwarzenegger) chega atrasado na aula de caratê do seu filho, que recebeu a faixa azul. Para tentar compensar, ele promete ao menino que lhe dará qualquer coisa que ele peça no Natal. O garoto então pede o "Turbo Man", o brinquedo sensação do momento e sonho de todas as crianças. Acontece que já véspera de Natal e o brinquedo não existe em lugar nenhum assim, com todos os estoques já estando esgotados. Ele então se propõe a cumprir a promessa, não importando o quanto isto lhe custe, mas, além de se meter em uma série de complicações, ainda tem de ser mais esperto que um carteiro, que tem o mesmo objetivo dele e igualmente obstinado no seu intento. 



Outro que sempre lembro quando o assunto é natal. 
Era muito divertido ver o o pai do guri procurando o brinquedo para ele em meio a bagunça do natal. Todo ano revejo esse filme. Acho ele o tipo de história que me agrada nessa época do ano. Não encontrei em nenhum dos meus streaming. 




Título: Crônicas de Natal


Sinopse: O presente de natal das crianças ao redor do mundo está em risco. Isso porque os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) fizeram suas travessuras. Empenhados em flagrar o exato momento da chegada do Papai Noel, os dois se acomodaram em seu trenó e, acidentalmente, danificaram o veículo. Agora eles precisam fazer uma uma força-tarefa para ajudar o bom velhinho a correr contra o tempo, entregar os presentes e salvar o Natal.






O único filme da Netflix que vai entrar na lista, porque ele tem um brilho a mais que os outros de lá não tem. Aquele negócio de romancezinho no natal não costuma rolar comigo, a não ser com Enquanto você dormia. Mas Cronicas de Natal não é um romance. Uma história com crianças, o que de fato deveria ser um filme natalino, com muitos elementos fantasiosos e de fazer xixi de tanto rir. Divertidíssimo! O mais divertido da lista, sem sombra de dúvida. Ponto para o Netflix!


Veja também: Top 10 Filmes românticos (parte 2)



Título: O Grinch


Sinopse: Um Grinch  que odeia o Natal resolve criar um plano para impedir que os habitantes da pequena cidade de Quemlândia possam comemorar a data festiva. Para tanto, na véspera do grande dia, o Grinch resolve invadir as casas das pessoas e furtivamente roubar delas tudo o que esteja relacionado ao Natal.







Sério, quem conhece e não ama o Grinch? Ele é simplesmente o melhor, gente! Engraçado com esse humor ácido, e fofo justamente por isso. Ele lembra muito meu melhor amigo quando está fazendo careta de raiva. Eu o adoro! 



E ai, gostaram da minha lista? Agora quero saber da lista de vocês. Chama lá no Instagram para a gente conversar!

Primeiros parágrafos de "Um Acordo Pecaminoso"



Evangeline, a duquesa de Kingston, ergueu o bebê, seu neto, da pequena banheira e embrulhou-o em uma toalha branca e macia. O bebê deu risadinhas, esticou as pernas fortes e tentou ficar de pé no colo dela. Ele explorou o rosto e os cabelos da avó com as mãozinhas ávidas e molhadas, e Evie riu do carinho desajeitado. 
- De leve, Stephen. - Evangeline se encolheu quando o menino agarrou o colar de pérolas que dava duas voltas no pescoço dela. - Ah, eu sabia que não deveria ter colocado esse colar na hora do seu banho. É tentador demais. 

Para mais, acesse o link da Amazon e baixe uma mostra maior para o seu leitor digital, celular ou computador AQUI



Lidos no Unlimited



Hello, people!
Hoje vim falar um pouquinho com vocês sobre os livros que li no Unlimited recentemente. Depois que comecei a usar, fiquei um nojo total! Haha! Procuro sempre estar lendo algo nacional para apoiar os autores. Esses dias eu li três, o que é uma média boa se levarmos em consideração a quantidade de livros que leio mensalmente. 
Vamos conhecê-los? 



O Sabor do Desconhecido
Autor: Jess Bidoia
Link: Amazon

Sinopse: Qual será o sabor do desconhecido? Doce? Amargo? Picante?
Ricardo ao presenciar um assalto, não pensa duas vezes ao sair em defesa da vítima, mas ele não é rápido o bastante e um acidente acontece. O problema é que essa completa desconhecida, depois de socorrida, apresenta um quadro de amnésia temporária. 
E agora? Sem documentos; Sem um contato de parente ou um endereço para retornar, o que será dessa jovem? 
Ricardo será capaz de deixar esse anjo desamparado ou se renderá aos seus encantos provando assim O Sabor do Desconhecido.



Estou tentando ler mais contos. Não tenho uma cultura de ler contos, costumo não gostar e achar inconclusivo, então fujo deles com frequência. Mas em conversa com uma amiga minha, ela levantou a questão de que autor nacional é sempre importante ter material novo para os leitores, não importa em que formato. E como eu sou uma das pessoas que mais demoram a construir um livro, ela sugeriu um conto entre um e outro romance. Então por causa disso me forcei a ler, e acabei selecionando um dela para recomeçar. E olha, achei que teve muito mais final e uma estrutura mais sólida do que contos de contistas famosos que já li por aí. O que não curto em contos, os finais em aberto, a autora resolve muito bem criando um conto com início, meio e fim bem pontuados. 
Funcionou como um ótimo objeto de estudo para mim, além de um relaxante maravilhoso depois de leituras pesadas. 




Outra Chance para o Amor
Autor: Ale Silva
Link: Amazon

Sinopse: Amanda vê seu casamento desmoronando a cada dia e não tem mais forças para lutar sozinha e tentar reverter essa situação. Os únicos momentos de alegria que tem são ao lado de sua filha. As suspeitas de traições e constantes brigas com o marido a fazem tomar as rédeas de sua vida e tentar um recomeço. Ela só não contava que nessa construção de uma nova vida fosse conhecer alguém capaz de mexer com todos os seus sentidos como ninguém mais conseguiu. Guilherme vive cercado por belas mulheres e está cansado de pessoas que pensam mais no corpo do que em qualquer outra coisa. Sua vida é administrar a academia onde é sócio com uma de suas irmãs e curtir a família. Depois de uma grande decepção que teve no passado não pretende se envolver com mais ninguém. Mas essa decisão vai por terra quando conhece Amanda. Por mais que tente, ele não consegue tirá-la da cabeça. Nem mesmo o fato de saber que ela é casada, faz com que ele consiga esquecê-la.Duas pessoas machucadas e o destino se encarregando de juntá-las. Será que eles darão outra chance para o amor?

Diferente do primeiro, esse é um livro maior, e vai contar a história dessa mulher que esta com o casamento desmoronando e com uma filhinha pequena no meio para dar conta, além do marido absurdo e péssimo. E além deles, tem um lindo professor de academia que só está tentando ajudá-las. 
Esse foi um livro que comecei pelo Wattpad (não consigo deixar o link de lá aqui porque no meu trabalho o Wattpad é bloqueado, mas é só procurar o livro por lá). Fiquei tão ansiosa para saber a continuidade que não quis esperar para ir lendo aos pouquinhos, então li no Kindle, aproveitando que a autora já tinha lançado inteiro na Amazon. E olha, foi o livrinho que precisava para o momento em que estava lendo. 
Eu amei a Amanda e o Gui!Eles são muito amor juntos, e a filha dela é uma coisinha maravilhosa que eu tenho vontade de por no colo e ninar. Lendo esse livro tive a certeza de que sou psicopata porque crio personagens crianças que parecem ter quilos de peso frequentemente nas costas (geralmente eles tem mesmo). Outra Chance para o amor foi leve e agradável, e eu o amei por isso!




Procura-se uma esposa
Autor: Josiane Veiga
Link: Amazon

Sinopse: Estados Unidos, 1900.Poucas pessoas representavam tão bem sua alcunha como Mônica Bruce. Solitária e insignificante, ela acabou por ver seu destino em Nova York manchado por algo que não fora sua culpa.Sem saída, guiada por um anúncio de jornal, aceitou tornar-se esposa de um homem do Texas, desconhecido e misterioso, mas que poderia salvá-la de uma vida corrompida.Mas nada a preparou para o viúvo Dasan Taylor. Sério, gentil e comprometido na educação de sua pequena filha, o rancheiro descendente dos apaches poderia ter a mulher que quisesse. Sua busca por uma desconhecida trazia dúvidas a Monica, mas viu-se a aceitar o novo marido com natural ternura.Parecia que a vida estava, pela primeira vez, a sorrir para a jovem. Não sabia ela, mas era questão de tempo para seu paraíso tornar-se um inferno.

Sério, o que merda as pessoas viram tanto nesse livro, heim? 72 avaliações na Amazon e estou ate agora sem entender como diabos foi possível com um livro tão fraquinho. Possivelmente foi o peso do nome da autora. Mas vou te contar, os dois de cima tem muito mais estrutura e emoção e são de autoras bem menos antigas e conhecidas no mercado. 
A linguagem desse livro é péssima! E não é por ele ser de época, leio muitos livros de época, mas porque é ruim mesmo. As vezes ficava me perguntando se teve alguma revisão paga nesse material, porque se teve foi o revisor errado. Para revisar um livro de época o ideal é que o revisor tenha uma base no assunto. Não sei se esse teve. A gente sabe que a construção das falas dos personagens muda de acordo com a época narrada, mas não a fala do narrador. Ficou extremamente forçado e horrível. 
Os personagens tentam ser agradáveis e conquistar o leitor, mas passam  muito longe de conseguir isso comigo. Talvez com mais algumas páginas isso tivesse um pouco mais de sucesso, mas eles são rasos e a carga dramática ficou mal trabalhada. 
Sério, o livro inteiro me deu nos nervos. Não gostei nem um pouco.  

Então é isso, gente! Vou tentar sempre estar trazendo esse tipo de postagem com indicação de livros no Unlimited por aqui. 


Por enquanto, veja também outras postagens de livros nacionais que também estão na Amazon:



Princesa das Cinzas e quando um livro tinha tudo para ser bom e falhou

Título: Princesa das Cinzas
Autor: Laura Sebastian
Editora: Arqueiro (Cedido em Parceria)
Skoob: Adicionar 
Amazon: Comprar

Sinopse: PRINCESA. PRISIONEIRA. ÓRFÃ. REBELDETheodosia era a herdeira do trono de Astrea quando seu reino foi invadido, deixando um rastro de destruição.
Dez anos depois, a princesa, órfã, prisioneira e subjugada, percebe que não lhe resta mais nada, a não ser lutar pela própria liberdade.
O passado, que por tanto tempo ficou enterrado, agora precisa vir à tona para mostrar a Theodosia os caminhos que poderão levá-la de volta ao trono.
Mas Theo conseguirá ser a rainha de que seu povo precisa? Ou será que anos de humilhações transformaram a herdeira da Rainha do Fogo em meras cinzas?


Sério, quem merda deixa esses autores fazerem comentários sobre o livro e colocam na capa deles, heim? É simplesmente a pior coisa que pode ser feita por uma história! Isso cria expectativa, gente, e não tem coisa pior do que ir cheia de certeza de que vai ser espetacular e o negócio for simplesmente uma bosta em muito sentidos. Comparar Princesa das Cinzas com séries poderosas como Jogos Vorazes e Rainha Vermelha é um crime! Katniss e Mare são divas perto de Theodosia, e falo isso com muita propriedade. 

A princesa, ou ex princesa, passou uma vida sendo humilhada pelo rei que tomou seu reino e matou sua mãe. Fica sendo uma espécie de garota da corte dele, servindo de conciliadora com os rebeldes que se opõe ao novo rei. E logo no início da história posso dizer que ela é uma babaca total. Submissa, lerda e cega para a merda ao redor dela. E tá, se a proposta da autora era fazer com ela crescesse e ganhasse aquela chama revolta, falhou terrivelmente porque a guria é uma idiota do início ao fim e sua chama não passa de uma brasa de cinzeiro.

Ela até tenta parecer a rebelde que vai tomar o trono de volta, mas sabe quando a gente sente que foi rápido demais e sem qualquer base que justifique tamanha mudança, que acontece da noite para o dia? Não funcionou, amiga! Sinto muito, ok? Sua protagonista é rasa, sem carisma algum e ninguém compra a causa dela, nem ela mesma. 

Os coadjuvantes que poderiam salvar o livro são tão ruins quanto ela. Do príncipe, que deveria ser o affair da menina, até os amigos que ela ganha da noite para o dia, sem explicação alguma. São representativamente fracos e em estrutura também. Passava de boa sem metade deles, e outra metade razoável se perde no meio do resto.  

A ideia do livro não é ruim, ainda que o desenvolvimento de coisas importantes dentro da fantasia merecessem algumas explicações a mais (ou muitas explicações a mais). Na verdade, parando para pensar depois de algum tempo de livro lido, a estrutura do texto também não merece um prêmio.  Existem vários furos, o que me faz pensar que ela apressou a história que talvez precisasse de mais tempo de maturação. Esse tipo de livro precisa de um tempo para criar uma estrutura sólida, e não parece que teve isso. 

Enfim, tinha tudo para ser um livro legal, se os protagonistas fossem bons, se a trama fosse bem construída, e se colocassem mais umas cinquenta informações que ficaram faltando. É...talvez precise refazer mais da metade da história. 

Não venham acreditando que esse livro tem uma protagonista bad ass, como ele vende. Ela é péssima e tem um péssimo modo de encarar as situações. Compará-la a Sansa ou Katniss é pura piada.