A Tecnologia da escrita


A globalização deveria alavancar a civilização, e não estou aqui dizendo que ocorreu o contrário, só que a globalização nos fez perder coisas que antes eram vitais. É como aquele osso que durante milênios de evolução humana, desapareceu por falta de uso. Assim é com a escrita, a tendência é desaparecer por falta de uso. A diferença, é que não foi preciso milênios para essa evolução tecnológica se adiantar tanto, apenas alguns anos. Poucos anos.

Não me considero velha, mas lembro exatamente de quando usava Videocassete. Telefone só conhecia aqueles que giravam o mostrador. Vim saber o que era um celular já adolescente, e de lá para cá ele diminuiu de tamanho ficando compacto, e aumentou de tamanho substituindo computadores, algo que também só vim conhecer depois.

Hoje em dia considero que digito quase tão rápido quanto penso. O que é ótimo! O punho não tem essa proeza. Sempre digo que escrita à mão é poesia, é uma memória de um passado, é mágica. E quem irá me dizer que no futuro as crianças não vão achar mágico saber escrever na mão? Já encontramos máquinas de escrever em museus. Será que um dia encontraremos canetas?

A globalização amplia nossa capacidade de conseguir fazer mais coisas em menos tempo. A internet torna-se uma arma de isolamento social e, de alguma forma, do esquecimento da memória de uma época não tão distante. Somos quase que fundidos nessas máquinas nos tornando parte fundamental de um processo resultante do capitalismo e sua necessidade de produzir.

Ninguém manda mais cartas de amor, os e-mails são mais práticos de escrever, e ainda mais práticos de consertar, nada de rasgar e começar tudo de novo. E onde está a beleza disso? Na verdade não sei, mas enxergo a praticidade, e de acordo com o nosso novo século “tão” tecnológico, praticidade é sinônimo de inteligência.

Escrevo esse texto pensando na música “Another Brinck in the Wall”, de uma banda chamada Pink Floyd. A parte que nos interessa diz algo assim:

“Não precisamos de nenhuma educação
Não precisamos de controle mental
Chega de humor negro na sala de aula
Professores, deixem as crianças em paz
Ei! Professores! Deixem essas crianças em paz!
Tudo era apenas um tijolo no muro
Todos são somente tijolos na parede”

É no que penso quando lembro que estamos nos incorporando a essas máquinas. Quando estamos sendo todos produtos de uma tirania invisível da modernidade.

Dizer que no futuro os e-books irão substituir os livros é fácil, mas antes de me fazer aceitar a ideia, que tal me dar uma palavra na minha língua que substitua “e-books”, porque existe uma palavra na minha língua para a parte física disso, e ela é sonora, deliciosamente sonora.

Pode parecer exagero, mas a escrita nos identifica como algo mais do que “apenas um tijolo no muro”. Não quero morrer sabendo que tudo que produzi está em fonte Arial, tamanho 12, porque isso todo mundo sabe fazer. Eu quero uma identidade visual, eu quero a magia do antigo, do que hoje se chama de desnecessário.

Minha letra nunca foi feia, mas anda ficando pior. É como se os músculos dos meus dedos não mais obedecessem a minha vontade de escrever algo legível. Estou atrofiando, estou simplesmente apodrecendo essa parte em mim. A evolução está cortando uma parte minha que pouco uso, e apesar de entender, me sinto traída e enganada por isso.

Não posso impedir a tecnologia de avançar, afinal, preciso me adaptar ao mundo em que vivo, mas não quero ser aquele tijolo de aparência igual a você, ao meu vizinho, ao meu pai. Gosto de ser o tijolo de pedaço quebrado, de cor enferrujada. Sei que ele se destacará como o feio, o antigo, mas sei que ele se destacará.


Alienação não é mais uma questão de escolha, e sim de evolução. Você pode achar que tem outra opção, mas pense bem sobre isso, pense muito bem sobre isso. Uma hora você cansa de nadar contra a maré e se junta aos peixes e tijolos que vão com a correnteza. 


Resenha de "Só tenho olhos para você" (Bella Andre)



"Estilo... Qual mesmo?"

Sinopse: Sophie Sullivan, uma bibliotecária de São Francisco, tinha cinco anos de idade quando se apaixonou por Jake McCann. Vinte anos depois, estava convencida de que o bad boy ainda a via como a gêmea Sullivan boazinha. Isso quando ele se dava ao trabalho de olhar para ela. Ao se envolver na magia do primeiro casamento dos Sullivan, Sophie sente que já passou da hora de fazer o que quer que seja preciso para que Jake a veja como a mulher que realmente é.
No entanto, ela terá dificuldade em mostrar a Jake que pode ser uma mulher forte e decidida, capaz de amá-lo para sempre. E não só porque ela é a inacessível irmã de seus melhores amigos, mas porque ele tem medo de tê-la perto demais. Na verdade, ele desconfia que seu segredo mais vergonhoso poderá ser desvendado.

Até então não tinha lido livro nenhum da Bella Andre. Desde que ela chegou ao Brasil pela Editora Novo Conceito, trazendo a vida de todos os irmãos Sullivan, só lia sobre como os livros eram "tão" legais, ou como eles eram mais ou menos. Meu ponto de vista? A editora só queria trazer livros para colocar o símbolo Hot e tentar aplacar um pouco do fascínio de seus fãs pelos romances eróticos, que invadiram as editoras depois de 50 tons. 

Sophie Sulivan é uma bibliotecária, e eis o motivo de eu ter escolhido justamente esse livro para ler. É uma das irmãs caçulas e é a gêmea boazinha da família, enquanto sua irmã é um raio. Sophie sempre foi apaixonada por Jake, um super amigo de seus irmãos que foi criado como sendo irmão dela também, e acho que por isso o título do livro é esse, porque essa mulher REALMENTE só tem olhos para ele. 

Jake é dono de um Pub. Se sente irmão de todos os Sullivan e respeita absurdamente Sophie por ser uma deles. Apesar de sentir uma atração por ela, nunca deixou isso vir a tona por conta dos seis fortes, grandes e perigosos irmãos. Ele não poderia jamais perder a amizade deles. 

Sophie, apesar de não saber dessa atração, resolve investir pesado e cair em cima de Jake, provocando uma situação que de uma forma inesperada, os ligará. 

Ok, bufando nesse instante. 
Isso é um romance, lógico! E daqueles bem água com açúcar. Fico me perguntando se os outros três livros que já saíram da série foram melhores, porque para mim, esse só contou como uma pequena diversão de fim de tarde. E esse é um dos únicos pontos positivos do livro, a leitura é super rápida. 

Achei Sophie uma pomba lesa! 
Sinceramente, quando a mulher começava a mostrar pulso, depois ela esquecia de como fazer isso. Passou uma vida inteira para tascar um beijo em Jake? Poxa vida!! 
E ele nem se fala! Jake é outro lesado que só faz as coisas acontecerem no tranco, e chega a ser infantil em algumas passagens do livro. 

Sinceramente, terminei de ler sem sentir que conhecia nenhum dos dois. São personagens superficiais e que não contribuem em nada para a evolução da minha longa lista de leitura. Teve momentos de odiá-los. AFFFFFF!!!

As cenas de sexo são muitas, tantas que chega a ser ridículo! E ainda assim, não vi nada nelas que me fizesse pensar no motivo dessa capa do livro. É um romance, como muitos que li, e sem nada demais no sentido erotismo. Na verdade, não sei quem disse que esse era um romance HOT. 

Ah, tem outra coisa, pra um casal que estava apavorado por conta dos grandes e majestosos irmãos Sullivan, achei uma completa porcaria a forma como eles entraram na história e se fizeram presentes nesse romance de Sophie. Na verdade, cadê eles no romance??????

As coisas se desenrolam rápida demais, com pouca originalidade e sem momentos de tirar o fôlego. 
Gostei de ter uma personagem bibliotecária, e de algumas passagens isoladas, mas foi só isso. 

Não achei que perdi meu tempo porque precisava ver como a autora desenvolvia uma história, e espero de coração que esse não seja seu melhor livro. Estou curiosa pelo da outra irmã, gostei da personalidade dela. 

Resumindo, não gostei do livro, mas deu para passar algumas horas com ele. 


Paixão pelo autor (Maggie Stiefvater)


Essa gatinha é a Maggie Stiefvater, uma das grandes autoras que ganham o o título de predileta do meu hall de autores. 
A Maggie tem um estilo único de escrever. De uma poesia que escorre pelas páginas dos livros dela. É uma escrita visceral, daquela que costuma te tirar da sua zona de conforto. Amo os livros dessa autora!
Já li dois de seus livros: Calafrio (Série Os Lobos de Mercy Falls) e A Corrida de Escorpião, sendo dois dois meus livros prediletos de 2012. 
Um outro livro da autora esta sendo trazido para o Brasil pela editora Verus, o Raven Boys. Os livros tem  uma linha fantasiosa, mas acreditem, não é uma fantasia que desagrade, é só uma fantasia deliciosa e bem construída. Eu indico os livros dela à todas as pessoas que me perguntam por livros de fantasia que não sejam tão bobos, até porque, os livros dela não são nada fofos, são realistas e críveis, apesar de tudo. 

Nacionalidade: Estados Unidos Da América
Biografia: Maggie Stiefvater é uma jovem escritora norte-americana nascida em 1981, que escreve ficção fantástica juvenil. Todas as suas obras se têm tornado grandes êxitos, batendo recordes de permanência nas tabelas de vendas. Entre os vários títulos que já publicou destacam-se The Scorpio Races e The Raven Boys. A trilogia Shiver conta já com um milhão e setecentos mil exemplares impressos só nos EUA, tem recebido inúmeras nomeações e prémios e encontra-se traduzida em 36 idiomas.

Títulos:

Eu não sabia que pertencia aqui no mundo dela,um garoto dividido entre duas vidas.Arrastando o perigo dos lobos comigo.Mas quando ela disse meu nome, esperando que eu a seguisse, eu sabia que faria qualquer coisa pra ficar com ela



"- Você está com medo?Seus olhos se distanciam da linha do horizonte e vão para o oeste, onde o sol se pôs, mas o brilho continua. Em algum lugar ali fora estão meus capaill uisce, a América de George Holly, cada centímetro de água que cada navio percorreu.Puck não tira os olhos do brilho laranja no fim do mundo.- Conte-me como é. A corrida.É como uma batalha. Um confusão de cavalos, homens e sangue. Os mais rápidos e mais fortes dos que restaram depois de duas semanas de preparação na areia. É a onda em seu rosto, a mágica mortal de novembro em sua pele, os tambores de Escorpião no lugar do coração. É rápido, se você tiver sorte. É a vida e é a morte, ou os dois, e não há nada parecido com isso." pag 335







 “Há apenas duas razões para alguém que não é vidente ver um espírito na Véspera do Dia de São Marcos, Blue. Ou você é seu amor verdadeiro, ou você o matou“.














Resenha de "Um Milhão de Sóis" (Beth Revis)



"E conseguiu ser melhor do que o primeiro"

Sinopse: Descubra os segredos que Godspeed esconde nessa eletrizante sequência de Através do Universo. Já se passaram três meses desde que Amy foi desconectada. A vida como ela conhecia chegou ao fim. E para onde quer que ela olhe, enxerga apenas as paredes da nave espacial Godspeed. Mas ainda pode haver esperança. Elder assumiu a liderança da nave e ¬finalmente se vê livre para agir de acordo com seus desejos: sem mais Phydus, sem mais mentiras. Quando Elder descobre os terríveis segredos da nave, ele e Amy correm em busca da verdade por trás da vida em Godspeed. Eles precisam se unir para desvendar um grande mistério, posto em ação centenas de anos antes. Seu sucesso ou fracasso determinará o destino dos 2.298 passageiros. Porém, a cada passo, a jornada se torna ainda mais perigosa, a nave, cada vez mais caótica, e o amor entre eles, mais impossível de se concretizar. 

Esperei por esse livro bem menos do que achei que iria esperar. O lançamento dele foi rápido e altamente doloroso para mim porque é uma série viciante e eu estava sem dinheiro para comprar. Mas Deus é bom, e um mês depois colocou meu aniversário para que eu o adquirisse, e eu o fiz. 

Um Milhão de Sóis continua contando a história de Amy, uma garota que foi congelada junto à sua família que é responsável por deixar habitável um novo planeta que foi descoberto recentemente. A ideia era eles ficarem dormindo até chegarem ao destino, mas acontece que em Através do Universo, alguém acorda essa garota, que se vê só, em uma nave espacial repleta de pessoas que ela não entende, e correndo riscos que entende tão pouco. 

Em Um Milhão de Sóis nossa garota ainda esta tentando se adaptar a esse novo lugar, mas continua sem sucesso, e pior do que isso, com medo da forma como as pessoas olham para ela e a tratam. Elder continua lindo e um tanto perturbador, visto que ele substitui o Eldest e o trabalho da nave recai inteiro sobre ele. Com apenas dezesseis anos, o garoto tem que tomar conta de todas as pessoas da nave e tentar descobrir mais sobre as notícias bombásticas que ele fica sabendo no final do livro anterior. 

Esse livro é daquele tipo onde o Caos impera absoluto, e por conta de alguns acontecimentos, eu acabo o encaixando na categoria de distopia. Ele tem MUITO do que os livros distópicos tem, com a diferença de ser bem longe da Terra. 

Como o livro do meio, achei que ele fosse ser fraco, mas me enganei completamente. 
Vocês sabem o quanto sou viciada no primeiro volume dessa série, e tive muito medo de me decepcionar, mas não aconteceu. 


A autora tem uma certa mágica em criar situações que envolvem outras anteriores e nos deixar presos pelas que ainda acontecerão. Como os capítulos são alternados entre Amy e Elder, ela consegue manipular o leitor de uma capítulo à outro numa facilidade incrível. 

Os acontecimentos desse livro são bem mais fortes na parte social da convivência, e quase não se vê o romance no meio, mas isso nem me incomodou. Acho que esse livro tem como forte justamente essa nave, as pessoas que vivem dentro dela e todo o espaço à volta de Godspeed. Ou melhor dizendo, todo o mistério do espaço ao redor dessa nave. 

Sim, nesse livro vemos algo além dessa nave, e pode acreditar, é de deixar os cabelos em pé. 


Elder com toda a sua função de comandante geral e todos os seus problemas. Amy tentando achar as pistas que foram deixadas para ela na intenção de descobrir o grande segredo que envolve Godspeed. Ambos  estão super sufocados e encrencados por suas atividades. E é onde os personagens começam a me agradar. 

Até então eu via Amy e Elder de forma bem superficial, mas esse livro encheu meus olhos para a perseverança da garota e para a liderança de Elder. 

Como o livro anterior, o vilão desse livro é bem real, e foi um grande mistério até perto do final do livro. Adoro o fechamento que Beth deu aos dois livros dessa série. O outro termina de forma acolhedora, esse de forma libertadora, como será que irá terminar o terceiro?

Gosto muito dessa série, muito mesmo, e indico!



Caixa de correio #20


Olá!!!!!!!!!!
Quanto tempo faz que não trago vídeo, não é? Pior fica quando penso na última vez em que trouxe correio.
Quando o ano virou, perdi uma verba que tinha frequentemente, e era a minha verba destinada a compra dos meus livros, por isso parei total com eles.
Acontece que em Abril foi meu aniversário, e me dei de presente alguns que queria muito. Juntei com os de parceria, e voilá! Uma caixa de correio cheinha para vocês!
Recomendo que vocês assistam inteira (eu sei que ficou comprida!), pois a melhor indicação dessa caixa está no final dela, e vai valer MUITO a pena vocês conhecerem esse livro que nem é tão divulgado.



Livros Citados:

- Never Sky (Veronica Rossi)
- Orgulho e Preconceito (Jane Austen)
- Kate Somente (Erin Bow)
- Branca como leite, vermelha como sangue (Alessandro D'Avenia)
- Insurgente (Veronica Roth)
- Reiniciados (Teri Terry)
- As Aventuras de Pi (Yann Martel)
- Alma? (Gail Carriger)
- Garota Tempestade (Nicole Peeler)
- O Homem Visível (Chuck Klesterman)
- Um Milhão de Sóis (Beth Revis)
- Coisas que ninguém sabe (Alessandro D'Avenia)
- Inesperada Conquista (P.C. Cast)

Semana do blog:



Quem não gosta de lançamentos???


Olá!
Tinha planejado trazer resenha de algum filme lançamento hoje, mas minha semana foi péssima e não tive tempo de ver filme nenhum. A programação é ver pelo menos dois ainda nesse sábado, e trago novidades durante a semana. 
Ainda assim, não poderia deixar de vir, e acabei optando por adiantar a postagem sobre o novo selo da Editora Gente, e se chamará: Única Editora (Acompanhe aqui). Esse selo novo vem com uma proposta nova, e trabalhará com livros ficcionais. E vamos todos celebrar essa notícia??


E para esse lançamento tão esperado, eles vão trazer dois livrinhos MARAVILHOSOS!! Vamos conferir!


Título: Garota, Interrompida
Autor: Susanna Kaysen
Editora: Única Editora
ISBN: 978-85-7312-862-8
Formato: 14 x 21
Páginas: 192
Gênero: Ficção
Lançamento: Junho 2013
Preço de capa: R$ 29,90
Pré-venda: R$ 24,90 (pré-venda até 31/05/13)

Não saber o que quer ser não é uma opção.

Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Kaysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era algo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é a sanidade? Garotas interrompidas.
Um relato pessoal, intenso e brutal que nos faz refletir sobre nosso papel na sociedade, Garota, interrompida é uma leitura obrigatória, que inspirou o filme homônimo sucesso de bilheteria que concedeu a Angelina Jolie seu papel mais importante e o Oscar de melhor atriz coadjuvante.


Mais informações:
“Fiquei obcecada com a honestidade brutal das personagens deste livro.” – Angelina Jolie

Pontos fortes:
- Memória afetiva: público pronto e aguardando a publicação deste livro, que criou uma geração de garotas;
- Cases de sucesso: Clube da Luta, P. S. Eu te amo, O mágico de Oz;
- Filme blockbuster, é um dos mais vendidos em DVD;
- Para fãs de A culpa é das estrelas e O lado bom da vida.

Palavra da editora:
Das obras que marcaram toda uma geração, talvez esta seja a mais bela narrativa sobre a obrigação que temos em fazer escolhas tão cedo sobre nós mesmos, nossas personalidades e o que queremos da vida. Talvez a beleza da adolescência resida exatamente aí, na dúvida entre o ser e o dever. Mas até que se entenda isso, a loucura pode ser uma opção sedutora: basta ler o livro para identificarmos um pouco de Lisa, Susanna ou Polly em nosso coração.

Sobre a autora: Susanna Kaysen é uma autora americana que realmente viveu as experiências e adaptou essa sua fase para o livro. De família rica e pais ausentes, ela era uma jovem que precisou colocar para fora as experiências vividas em uma época de libertação feminina e na qual, ao mesmo tempo, jovens meninos iam para a guerra. A autora tem mais duas outras obras, de temas diversos, e vive em Cambridge, Massachusetts.





Título: De repente, o amor
Autor: Susan Fox
Editora: Única Editora
ISBN: 978-85-7312-861-1
Formato: 14 x 21
Páginas: 368
Gênero: Ficção
Lançamento: Junho 2013
Preço de capa: R$ 29,90

E não vá misturar seus sentimentos pelo Nav. Ele é seu amigo... mas, espere... De repente...

Aos trinta e um anos, a sorte de Kat Fallon com os homens já se mostrou longe de ser algo positivo. Mas quando ela convida seu melhor amigo e vizinho Nav Bharani para ser seu par no casamento de sua irmã mais nova em Vancouver, ela não imagina que está para embarcar na maior surpresa de sua vida... Nav é apaixonado por Kat desde que ela se tornou sua vizinha, e quando ela diz para ele que adora viagens de trem, principalmente pela possibilidade de “conhecer” estranhos, Nav bola um plano para ganhar o coração de Kat. Em cada parada do trem durante a viagem, ele aparecerá disfarçado como “um desconhecido sexy”. Kat cai nesta brincadeira sensual, mas o que começa como uma simples diversão transforma-se em algo mais denso e Kat se vê em dúvida se permanece em suas fantasias sexuais de solteira ou investe no seu par perfeito.
Sexy, divertido, intrigante... Susan Fox é um dos novos talentos da ficção erótica.

Mais informações:
“O que estava feito estava feito e eu me preocuparia com isso de manhã...”

Pontos fortes:
- Alta procura de ficção erótica no mercado nacional;
- Cases de sucesso: Luxúria, Toda sua, Bem profundo;
- Trilogia das irmãs Fallon – best-seller americano;
- Livros misturam viagens a experiências sensuais/românticas.

Palavra da editora:
Desde Cinquenta tons de cinza o mercado editorial vem sendo aquecido pelo público feminino disposto a ir atrás de emoções, e este livro possui todos os ingredientes que uma boa ficção erótica deve ter: uma mocinha em apuros, um belo rapaz disposto a tudo para conquistar seu coração... É engraçado sem ser cafona; sexy sem ser vulgar... Um livro poderoso e divertido, que resgata o women power em sua máxima. Afinal, as garotas só querem se divertir!

Sobre a autora:
Susan Fox (também conhecida como Susan Lyons e Savanna Fox) escreve romances atraentes e contemporâneos. Autora premiada, ganhou diversos prêmios como Gayle Wilson Award of Excellence, the Booksellers Best, the Aspen Gold, the Golden Quill, the Write Touch, the More Than Magic, the Lories, the Beacon, and the Laurel Wreath e também foi indicada ao RT Book Reviews Reviewers Choice Award. Susan Fox é canadense, formada em Direito e Psicologia, mas já trabalhou como consultora de informática e editora.
Conheça mais sobre ela em: http://www.susanlyons.ca/ e/ou www.facebook.com/SusanLyonsFox.

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Já estou ansiosa, e vocês, qual dos dois querem mais??


Essa série: The Secret Life of the American Teenager


Sinopse: Uma visão sobre como adolescentes de um colegial do Meio-Oeste se debatem com decisões sobre sexo e namoros. Uma estudante padrão, filha modelo, sucumbe aos charmes do conquistador da escola e descobre que está grávida; outra boa garota, uma popular e ambiciosa virgem, não percebe que a força de seu namorado para seguir adiante com a abstinência não é tão grande quanto a dela; e um bom garoto determinado a se tornar um “bad boy” percebe que ir atrás do seu objeto de afeição traz nele o melhor de si.

Resumen de Episodios

Acompanhei esse seriado desde o princípio com muito gosto. Estava numa época em que escrevia sobre gravidez na adolescência (isso é bem comum), então saia catando tudo o que tinha haver. Acabei achando essa série e assisti todas as temporadas dela. É uma série fraca em muitos momentos e de modo geral, mas foi uma série que me ganhou nas cenas fortes e sensíveis. Gosto muito!!

Essa série conta a história da Amy, uma adolescente que se descobre grávida de uma transa que teve com um cara gato da escola. Tudo gira envolta ao pensamentos e atitudes da garota, que inicialmente começa bem boba e superficial. Com o tempo ela conhece Ben, outro adolescente que se apaixona por ela e resolve que se ela quiser, ele pode ser pai do filho dela.

Acho o Ben um fofo! Ele é de longe o meu personagem predileto da série. A Amy é um songa que me dá nos nervos, e os outros personagens tem momentos bem interessantes.

Apesar de ser boba, a série tem um foco em adolescentes e seus problemas de um modo geral, e não apenas na gravidez de Amy, e foi justamente ai que a série me ganhou. Teve o final de uma temporada específica, que fiquei totalmente acabada de tristeza!

A série é boa para jovens, ou para adultos super sensíveis, como eu. hehehe



Resenha de "Melancia" (Marian Keyes)


"Um estudo psicológico sobre separação"

Sinopse: Foi demais da conta para Claire o dia do nascimento da sua filha. Ao acordar no quarto do hospital depara com o marido olhando-a na cama. Deduzindo tratar-se de algum tipo de sinal de respeito, ela nem suspeita de que ele soltará a notícia da sua iminente separação: “Ouça, Claire, lamento muito, mas encontrei outra pessoa e vou ficar com ela. Desculpe quanto ao bebê e todo o resto, deixar você desse jeito...” Em seguida, dá meia-volta e deixa rapidamente o quarto. De fato, ele sai quase correndo. Com 29 anos, uma filha recém-nascida nos braços e um marido que acabou de confessar um caso de mais de seis meses com a vizinha também casada, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais da gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal! Não tendo nada melhor em vista, Claire volta a morar com sua excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, e a outra, uma demolidora de corações; uma mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha; e um pai à beira de um ataque de nervos. Depois de muitos dias em depressão, bebedeira e choro, Claire decide avaliar os prós e contras de um casamento de três anos. E começa a se sentir melhor. Aliás, bem melhor. É justamente nesse momento que James, seu ex-marido, reaparece, para convence-la a assumir a culpa por te-lo jogado nos braços de outra mulher. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa...

Devo dizer que fazem muitos meses que comecei a ler esse livro, mas só por esses dias consegui "realmente" acabá-lo, e digo mais: Parecia que não acabava nunca! 
Para o livro mais famoso de uma autora, pensei que ele fosse muito melhor que o que ele foi pra mim. 

Melancia conta a história da Claire, uma mulher que acaba de ter um bebe, e que no mesmo dia, o marido a diz que quer o divorcio porque esta apaixonado por outra mulher. A desculpa dele de ter esperado até o momento? Bom, ele diz esperou a gravidez passar para ela não se sentir pior. Dá para acreditar nesse FDP? 
Eu acho que se fosse comigo, eu jogaria o primeiro jarro que visse, ou qualquer objeto pesado que conseguisse jogar nele, e o expulsaria do quarto a base de agressão. 

 Depois nós vemos mais da metade do livro de uma ladainha sem fim de Claire "pós divórcio". Ela se muda por uns tempos para a casa dos pais, e começa a atormentar todo mundo na casa. Ela come e bebe o dia inteiro, pede dinheiro emprestado a irmã para beber mais. Cuida da filha porque não tem jeito, mas a depressão a pegou de jeito. 
Trata todo mundo como se ela fosse a rainha de Sabá, e chora agarrada ao travesseiro todas as noites. Faz exercícios para queimar os pensamentos, e age feito uma doida desligando os filmes românticos na TV. Resumindo: Claire é a definição mais perfeita de uma mulher que foi dispensada pelo marido, no que deveria ser o momento mais sublime da vida dela. 

O livro é basicamente sobre a reconstrução dessa mulher, mas tem um romance bem legal também! 

Se eu gostei do livro? Depende. 

Gostei de algumas reflexões de Claire enquanto ela estava na fossa. A maioria delas tinham sido minhas próprias reflexões. Uma coisa é certa, se sentir um lixo por ter sido trocada, é comum a qualquer mulher. 
Existem fases de separação que são bem definidas. Exemplo: Aquela que choramos e só fazemos isso. Aquela que comemos besteira e assistimos TV e choramos de novo. Aquela que tentamos melhorar nossa auto estima mudando o cabelo ou a forma de nos vestir, só para que os homens olhem para nós. Aquela que realmente começamos a rir do mundo, e depois rir pensando " o que tinha aquele cara pra eu gostar tanto?" 
Certo que o fim de um relacionamento é uma fase de desconstrução total, para depois começar uma reconstrução. É como destruir um prédio e começar tudo de novo do zero. Para destruir leva segundos, mas para construir, demora um bocado. 

Então, em relação a isso, até que o livro é legal. Apesar de as vezes querer enforcar Claire e todo o seu egoísmo. Mas em relação a história em si, sei lá... Acho que não condiz com o que acho "crível" em separações. Nenhum relacionamento que você venha a ter assim que se separa, consegue ser resistente e forte. É como se alguém te dissesse:

- Ei, babaca, você precisa curtir a fossa por um tempo razoável antes de se relacionar com alguém!

Sei que esse é um assunto complicado, e que cada um é cada um. Ninguém tem a mesma história. Mas essa é a minha opinião sobre isso. Acredito que a fortaleza da separação venha em saber que você pode fazer qualquer coisa sozinha, e arranjar um outro alguém logo de cara, é se apoiar novamente. 

O livro é lento e arrastado até o momento em que um carinha entra na vida de Claire, e até depois disso, eu quase morro de tédio lendo. A família de Claire foi quem me ganhou. Amei todas as irmãs Walsh que apareceram nesse livro, com exceção da protagonista. Talvez eu ficasse lembrando da minha própria separação, e odeio lembrar muito disso. 

Enfim, é um livro lento porque ele se foca mais nos pensamentos dessa mulher. É de uma reflexão interessante para qualquer mulher do mundo, mas é preciso garra para começar a terminar de lê-lo numa tacada só. 

Alguém ai já leu Melancia?

Lançamento: O Fim de Todos Nós


Eis uma série que acabou de chegar ao Brasil pela editora Intrínseca, e que veio com todo gás!
Porque esse lançamento me impressionou?
Bem, é uma distopia (E isso despensa comentários), mas acima disso, é uma distopia com uma ideia bem semelhante a Ensaio Sobre a Cegueira (Sou apaixonada!). Vamos conhecer a sinopse do primeiro livro?


    O Fim de Todos Nós

          Megan Crewe

     Sinopse:

Kaelyn acaba de ver o melhor amigo partir. Ela tem dezesseis anos e voltou agora para a ilha onde nasceu, depois de um período morando no continente; ele está fazendo o caminho inverso, para estudar fora. O que sentem um pelo outro não está muito claro, ela o deixou ir embora sem nem mesmo dizer adeus, e a última coisa que passa por sua cabeça é nunca mais vê-lo. Mas, pouco tempo depois, isso está bem perto de acontecer.
A ilha de Kaelyn foi sitiada e ninguém pode entrar nem sair: um vírus letal e não identificado se espalha entre os habitantes. Jovens, velhos, crianças - ninguém está a salvo, e a lista de óbitos não para de aumentar. Entre os sintomas da doença misteriosa está a perda das inibições sociais. Os infectados agem sem pudor, falam o que vem à mente e não hesitam em contaminar outras pessoas. A quarentena imposta pelo governo dificulta as pesquisas em busca da cura, suprimentos e remédios não chegam em quantidade suficiente e quem ainda não foi infectado precisa lutar por água, energia e alimento.
Nem todos, porém, assistem impassíveis ao colapso da ilha. Kaelyn é uma dessas pessoas. Enquanto o vírus leva seus amigos e familiares, ela insiste em acreditar que haverá uma salvação. Caso contrário, o que será dela e de todos?
Afiado e atordoante, O fim de todos nós é a história da força de vontade e da bravura de uma garota comum forçada a reavaliar seus medos e escolher entre a própria humanidade e a sobrevivência.

Booklist 
"Esse é o tipo de livro que faz você olhar assustado quando alguém por perto dá um espirro. Um retrato intenso do horror de uma doença repentina e brutal e do dilema entre agir com humanidade e salvar a própria pele."
Publishers Weekly 
"Crewe cria uma história ameaçadora e horripilante, mas escapa da armadilha das situações, e mantém uma forte sensação de realismo do começo ao fim."
Kirkus Reviews 
"Crewe usa abordagem do menos é mais, sutilmente estreitando os muros ao redor dos personagens quando os suprimentos começaram a faltar."




Viram que legal? Não é dar água na boca???
Alguém ai já tinha ouvido falar desse livro? Não? E estão esperando o que para começar a busca?



A tradução literal, acho que seja:

#A Maneira como nós caímos
#As vidas que nós perdemos
# Os mundos que nós fazemos

10 filmes que marcaram minha infância


Olá gente!!!
Fazia tempo que essa postagem estava programada e nunca tinha tempo de vir escrevê-la. Até que enfim o tempo apareceu (madrugada *-*).
No blog tem uma postagem bem parecida com essa, só que são filmes que conheci durante toda a minha vida, não só na infância, mas que são boas histórias infantis e todas baseadas em livros (Confira aqui).
Essa eu trouxe só os filmes que me marcara, e todos eles foram assistidos quando eu era criança.
Fato sobre a Carol criança: O mundo poderia estar acabando, me desse um lençol quentinho e colocasse um filme legal, e eu nem me mexeria pra ir ao banheiro. Sempre fui uma criança cinéfila, e me tornei uma adulta da mesma forma, e nem por isso deixei de gostar de filmes com temáticas infantis.
Nessa lista trago dez filmes que até hoje me deixam uma sensação saudosa da minha infância. Adoro todos eles até hoje, e me parecem ser filmes muito vivos ainda, mesmo sem tecnologia de ponta, eles são perfeitos!
Vamos conferir?!


Abracadabra

Filminho de 1993, que sempre pedi a papai do céu para repetir na sessão da tarde. rsrsrs
Adoro essa história! Vale ressaltar que tem um elenco de pessoas bem conhecidas, sem contar que essas três bruxas são hilárias!






Labirinto

Filme de 1986 (ano em que nasci).
Essa história consegue ser infantil e assustadora. Lembro que adorava o cenário e o figurino do filme. Gostava das canções também. Você chegou a ver esse filme??






Os Gonnies

Filme de 1985.
Talvez seja a lembrança mais maravilhosa, cinematograficamente falando, da minha infância. Eu era tão apaixonada por esse filme, que algumas falas eu sabia de cor. Sem contar que tenho quase todas as músicas que eram da trilha do filme. Pode imaginar minha inquietude quando lançaram o livro esse ano?? E ainda não o tenho.






Lua de Cristal

Filme de 1990.
Ai gente, quem era menina e viveu na minha década, possivelmente foi fã da Xuxa. Eu era daquelas fãs de ter bonecas da Xuxa e todos os vídeos que saia dela. Dois eram os meus prediletos, um era o Xuxa contra o baixo-astral, e o outro era Lua de Cristal. Tem como não gostar desse casal ai??? Morro de amores!!






Querida, encolhi as crianças

Filme de 1990.
Duvido que alguém ai ainda não assistiu a história do pai que encolhe os filhos dele, e os filhos do vizinho.
Eu gostava desse filme porque ficava pensando nas proporções de tamanho das coisas. Depois dele, sempre que ia pisar na grama, olhava com cuidado procurando seres minúsculos e encolhidos.






O Jardim Secreto

Esse filme é 1993.
É daqueles filmes que te encanta pelo figurino, pelo cenário nostálgico, pela música deliciosa, e acima de tudo, pelo enredo "danado" de bom! É um filme muito bem feito que mostra valores espetaculares. Muito orgulho de ter assistido um dia esse filme, e de tê-lo para no futuro passar para o meu filho.





O Casamento dos Trapalhões

Filme de 1988.
Era minha outra paixão de quando criança: Filmes dos trapalhões!
Esse filme é o meu predileto, e foi baseado no musical "Sete Noivas para Sete irmãos", um dos meus musicais folk predileto.
Acho que gosto dessa bagunça de gente na história, da quantidade de personagens passeando pelo Set. Adoro demais esse filme!!






História sem Fim

Filme de 1984.
Ai meu Deus, esse é o filme que mais tem haver comigo!!!
Um personagem que entra tanto e de uma forma tão intensa numa história, que se perde lá dentro e não consegue sair facilmente. Eis o livro que te leva para Fantasia, e eu quero um para mim!!!!!
Amo tudo nessa história! E duvido que vocês ainda não tenham assistido esse filme. Tem aqueles efeitos toscos, dos quais falei, mas isso não tira em nada a magia pra mim.






Meu primeiro amor

Filme de 1991.
Chorei horrores quando assisti esse filme pela primeira vez, e ainda hoje, choro horrores.
Acho essa história de uma limpeza de enredo que é fabulosa!!!
A menina tem que lidar com um amor platônico a um professor, uma hóspede nova na casa do pai, conviver numa casa onde é feito funerais e ter um melhor amigo bem diferente dela. É muito, muito, muito bom!!






Hook, a volta do Capitão Gancho

Filme de 1992.
Peter Pan é minha história infantil predileta, e sempre nos pegamos pensando: E se Peter tivesse resolvido vir com os Garotos Perdidos para a Terra? E se ele tivesse se casado, tido filhos e arranjado um emprego?
Esse é o tema principal desse filme, e claro, não tive como não me apaixonar. Sem contar que quem interpreta Peter adulto, é o lindíssimo Robin Williams, pausa para lágrimas de emoção. hehehe




E então gente, já viram algum desses filmes? Me fala quais filmes vocês viram na infância. 
Espero que vocês tenham gostado!